Feliz Dia das Mulheres.

DIA FELIZ!
Você nada mais é que a perfeição de Deus.
Deixe de lado as más vibrações das pessoas.
Deixe de lado o que todo mundo diz de ruim.
Celulite, estrias, vida triste…
Você é perfeita do jeito que é.
Nada mais importa. Só quem te ama e te adora.
Por isso, hoje é seu dia.
Dia de ser mais feliz e mais segura!
Solte sua felicidade, mulher!

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Isso não é um adeus…

Eu desisti e para ser mais exata, eu estou indo embora. Estou indo embora da sua vida, lembro que fiquei nela em menos de um ano, mas foi o suficiente para ver que não damos certo, não damos certo no amor, na amizade e nem como apenas conhecidos.

Eu estou indo embora porque eu tentei demais e quem nos conhece sabe de tudo o que eu passei. Segurei cada lágrima para dizer “sou forte” e sou um “mulherão da p****” como sempre me falaram. Mas sabe quando você corre atrás de alguém, não vê resultado e ainda não consegue colocar o sentimento ruim pra fora? Meu, isso é extremamente ruim e eu que sempre fui a chorona estou me segurando até o último.

Eu estou indo embora de cabeça erguida, de consciência limpa e com o coração um pouco machucado, magoado, confesso. Porque eu sempre fui a mais sincera com você, sempre demonstrei todo o meu amor de coração e tudo o que fiz foi para o nosso bem.

Mas eu percebi que não posso prender ninguém a mim. Se a pessoa não aprendeu o que é amar o próximo em sua vida toda, quem sou eu pra fazer isso em tão pouco tempo?

Meu, eu sempre quis prender as pessoas a mim. Sempre amei e sempre corri atrás, sou do tipo orgulhosa, mas ai vem na mente a frase “não sabemos o dia de amanhã”, e é ai que eu vou atrás. Mas eu não me arrependo, de NADA. Porque tudo que eu fiz foi de coração, eu fiz por amor. Cada palavra, cada briga e cada ciuminho bobo e surtado foi por medo de te perder.

E como muita coisa vem mudando ultimamente, isso também mudou. Eu não te perdi e nem me livrei, até porque não lhe vejo como um problema em minha vida, vejo como uma solução e das boas.

Mas as vezes a gente cansa, de demonstrar e não ser correspondida da mesma forma. Cansa de dar o mundo para quem não te da nem a cidade, sabe? Cansa dar flores para quem só te da espinhos e cansa dar amor pra quem só te dar dor.

Eu não sei o que será de mim agora, não sei mesmo, mas eu sempre consegui ficar bem no final e rir de tudo o que passei. Claro, eu não vou rir agora, porque ainda dói, ainda machuca. Mas quem sabe daqui alguns meses, né? Até porque tudo nessa vida leva um tempo e muitas coisas o tempo leva.

Sendo sincera, não quero que o tempo te leve, nem que esse sentimento suma. Mas se for para o meu bem, que ele suma agora as 19:24, hora em que escrevo esse texto.

Porque amar e não ser correspondida dói muito. Mas por um lado, eu vejo um lado bom nisso, afinal, estou tentando ser mais positiva. E o lado bom é: inspirações para os meus textos.

E eu poderia dizer muito bem e fazer que nem aqueles textos fofos, que dizem “e esse é meu último texto sobre você”, mas não vou dizer não, até porque eu não sei até quando esse sentimento e essa inspiração vai existir. Por isso digo até o próximo texto sobre você.

Aqui não é um adeus, talvez seja um até breve ou até logo.

Mas para ser até breve ambas partes tem que mudar e amadurecer. Sem essa de “não sou obrigada” e “não mudo por ninguém”.

Porque me dói, sabia? Eu estou muito crescida para quem não quer enxergar as coisas. Porque quem ama, demonstra sim, corre atrás sim e sente muito ciúmes, mas tudo moderado. E comigo você sempre foi ao contrário de tudo isso, eu não sou, mas eu me sentia como um fardo em sua vida, como um problema mesmo.

E é por isso que a louca e psicopata esta indo embora hoje, dia 02/03/2018, em uma sexta-feira, as 19:34 da sua vida.

O amor.

Amor não é quando você encontra alguém bonito na aparência. Amor é quando você se encontra, em outro corpo, em outra vida. Amor é quando você “atura” todos os sentimentos da pessoa, tanto sentimentos bons, quanto sentimentos ruins. Amor é quando você aprende a lidar com o jeito da pessoa, quando você tenta mudar por ela, não por obrigação, mas sim por amor.

Vocês será um só. O número dois irá se tornar um. Porque vocês se completam, mesmo com jeitos diferentes. Não adianta, pois quando é amor vocês se completam, mesmo um sendo dia e outro noite, um sendo lua e outro sol, pois quando Deus quer juntar duas pessoas não há distância, diferenças, signos e até o tal “zé povin” para separar.

Vocês se encontram mesmo sendo de idades, tamanhos e tons de cores diferentes, vocês simplesmente se encontram e rezam, rezam para não acabarem se perdendo um do outro.
Vocês acabam conhecendo manias, jeitos, falas, estilos de roupas e músicas diferentes. Diferentes mas que em tão pouco tempo já se torna normal.

Vocês já ouviram muito falarem sobre o amor e nunca sentiram. Ou melhor, sentiram sim. Mas sabe quando o amor não é reciproco? Aquele amor que não vale a pena? Então, foi aquele que vocês sentiram.

O nosso querido Deus encarregou o destino de juntar vocês dois, para se encontrarem e amar um ao outro. Para construírem uma vida e um futuro juntos.

Amor é quando os dois são A, é quando tem reciprocidade. Quando tem diálogo, carinho e atenção de ambas partes. Pois quando não há nada disso, tudo fica forçado, tanto a conversa como o sentimento. E o amor é um sentimento tão bonito para ser forçado, cobrado, sabe? Porque se você precisa cobrar para se ter o amor, meu amigo… Você não merece o amor. Mas não que não mereça o amor, você merece sim e que seja recíproco, porém para ser amor ele precisa ser espontâneo e verdadeiro. O amor precisa ser dado livremente, não precisa ser forçado e acabar se tornando uma obrigação.

Amor só é amor quando você permite amar, mas deixando claro, antes de amar alguém você precisa primeiramente se amar. Quando você entende isso, acaba entendendo uma vida. Acaba entendo que precisa cuidar de si para depois cuidar do próximo.

E é a mesma coisa com as rosas, quando você gosta de uma rosa, você arranca. Quando você ama uma rosa, você a rega e não a deixa morrer. Digo mais uma vez: quem entende isso, entende a vida.

E eu vou continuar sentindo o amor, o amor por você. Até você se tocar e perceber que o amor da sua vida sou eu.

Faça melhor antes de vim me julgar.

Esse post é para você que me julga e que não se mexe para fazer melhor.

Recebo mil criticas de pessoas vazias da paz e do amor, mas o engraçado é que não fazem melhor, sabe? Não importa se falam da forma como me visto, falo ou até das coisas que compartilho aqui. A pessoa apenas julga, porque esse é o “papel” dela, ela acha melhor julgar do que tentar e fazer melhor.

E como eu disse ali: esse post é para você que me julga e não faz melhor. Porque não adianta me julgar, falar criticas e fofocas, porque para julgar alguém a gente precisa ser melhor e fazer melhor. Coisa que muitos que me julgam não são. E não, não estou baixando nível de ninguém, vamos deixar isso claro em? Mas antes de me julgar pense bem em quem você é, pense bem no que você faz.

Alguns nasceram com o “dom” de cantar, dançar, escrever, desenhar, fotografar, etc. São muitos dons, não tem como dizer todos aqui e não tem como termos todos.
Mas eu quero desabafar e deixar uma coisa bem clara a todos. Dentre esses dons, eu sou ótima em escrever e para alguém vim querer “tretar” ou até mesmo conversar comigo, ela precisa ter um bom argumento, porque longe de mim conversar com alguém que escreve “concerteza”, “com migo” e tem o famoso “nóis” também. Em vez de chorar em uma discussão dessas eu vou rir hahaha. Eu sou a louca do português, claro, eu nunca vou saber escrever tudo, mas o que eu sei, eu implico e implico mesmo. E longe de mim também conversar com alguém que escreve sem acentos, gente, isso é o FIM dos séculos, sério.

E voltando ali no assunto do post. A pessoa não tenta não porque não quer, mas porque NÃO SABE, ela não sabe fazer melhor. Digo aqui hoje para o blog e futuramente irei dizer para o canal: se você não tem argumento NÃO chegue perto de mim, porque pessoas sem argumento que falam merda já está cheio no mundo né? Então não venha sem argumentos, viu? Porque aqui é uma caixinha de surpresas com belas palavras, eu posso estar querendo te xingar e humilhar, mas eu sempre vou usar a elegância na escrita, SEMPRE. Esse também é um belo dom, no qual me orgulho de ter.

O blog é o “meu querido diário”, sabem? Quem já teve um? Mas agora estou falando daqueles caderninhos mesmo em? Eu já tive e era uma “brisa”, vinha cadeado e chave, hoje em dia eu não sei dizer porque vinha viu? Hahaha, porque gente, o diário era fácil de abrir, nem precisava da tal chave, mas ok, voltando.. O blog é o meu diário sim, é o meu cantinho, sabem o quarto da gente que tanto amamos? Que nos sentimos tão aconchegantes lá? Então, assim que me sinto. Eu me sinto em casa aqui, me sinto feliz de estar aqui e feliz de ter voltado para casa. Por muito tempo fiquei longe pensando o que queria pra vida, mas o que eu sempre quis esteve aqui, sempre estive cara a cara com o meu sonho. E gente, eu me sinto mais feliz de ter todos vocês aqui, no blog mostra como “seguidores” mas deveria ter a opção “amigos” ou até mesmo “família”. Porque família é sangue, né? Eu sei. Dizem muito por ai que família não se escolhe e por um lado isso esta certo. Mas eu escolhi, porque minha segunda família é vocês.

Talvez seja estranho o que eu esteja dizendo, mas por um lado estou certa sim e estou sendo sincera. Porque me diz, quem conta algo ao outro sem confiar? Ninguém. Eu sempre disse poucas e boas histórias minhas aqui, nas quais não me lembro de todas, mas me lembro do post sobre meu cabelo, sobre minha ressonância e sobre minhas cartas.

Como disse ali, vocês são minha família e são mesmo, viu? Porque eu nunca vi algo parecido. Eu sempre escrevi tão bem, conforme o tempo foi passando isso foi melhorando, coisa que me orgulho. Mas eu escrevo de coração, podem reparar nos posts desse ano, todos vão ir ao ar de coração. Eu NUNCA mais vou postar algo sem gostar, de postar por postar mesmo. Sempre fui bem sincera aqui e de hoje em diante serei bem mais.

Obrigada a todos por sempre me acompanharem, lerem os posts de louca que faço, porque aqui a gente é louca, mas é uma louca sincera que ama o que faz. E ah, não vejo a hora de completar os tais 3 anos de blog, tenho mil ideias, mas não sei o que fazer haha. Talvez eu não faça nada grande, mas o post do dia terá sim. E qualquer sugestão sobre o que devo fazer, é só comentar aqui ou em qualquer outro lugar.

Um cheiro meus queridos.

Reviravolta em minha vida.

A minha vida mudou muito do ano passado pra cá. Sim, eu sei que a vida muda, que o tempo passa. Mas a minha mudou mesmo e mudou rápido.

Muitos “amigos” foram embora de minha vida, eu sei também que pessoas vem e vão, mas sabe quando você gosta muito de alguém e não quer que ela se vá? Ai você fica lá, insistindo, manda mensagem todo dia.

Por mais que sejamos “burro” a gente percebe bem quando alguém não está muito afim de falar com a gente e isso dói, dói muito. Porque você esta lá insistindo, mandando mensagem, se importando com a pessoa e ela “nem ai” pra você.

Confesso também que teve uma reviravolta louca em minha vida, pessoas que eu pensei que ficaria se forem, as que eu pensei que me manteria afastada.. me aproximei! Isso é bom por um lado, mas por outro…

O tal “amor” que me prometeu o céu pensei que era eterno, digno e sincero, meu fi, ninguém mais hoje em dia é sincero com NINGUÉM. As pessoas não se preocupam mais com as outras, muitas vezes mentem e acabam prejudicando o próximo. Acaba magoando, machucando e nem liga. As pessoas iludem e acha que esta tudo certo, tudo na “paz”. Mas é claro que está na paz, não foi VOCÊ que se feriu nessa história né? Você foi o monstro e o outro a vitima.

Mas o engraçado mesmo é que as pessoas cometem erros e coloca a culpa no outro, me diz, o que um ser humano tem na cabeça pra fazer isso? Muitas vezes você se afasta de alguém, fica um bom tempo longe porque brigaram, discutiram em vão ou porque a pessoa fez algo mesmo, mas ai depois ela retorna a te chamar, mas vem com aquele famoso “oi sumida(o)” ou “oi abandona” ai você fica OIII? A pessoa que faz burrada e você que é o sumido da história.

Gente, eu não suporto isso, sério. Eu passo por cada episódio que se eu contasse aqui, vish Maria…

Eu só espero que esses “amigos “ e esse tal “amor” não retornem. Mas se retornarem que não seja com um “oi sumida” ou “oi abandona” e que tenha papo, né non? Porque euzinha já cansei de puxar papo com quem é “ah” toda hora.

Mas antes vamos deixar claro, eu uso muito “ah”, “ah sim”, “ah ta” e até o famoso “aaaaa” que cabe mais a que tudo ai dentro né, mas eu uso quando não quero conversar mesmo e muitas vezes eu insisto no “ah sim”, porque a pessoa fica se explicando, contando coisas que eu não perguntei, ai fico naquela de “quem perguntou isso?” ninguém né hahaha.

Mas me contem, como esta a vida de vocês? Boa? Ruim? Teve alguma reviravolta? Me contem, não se calem meus amores.

Um beijo e até o próximo post, no qual eu não sei o dia, porém prometo me organizar logo, porque não é todo dia que a gente esta inspirada né?

Se a gente se ama, por que brigamos? – Bruna Vieira.

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“O nosso sentimento é forte, isso ninguém pode negar. A gente se ama tanto e com tanta verdade que simplesmente não conseguimos enjoar da companhia do outro. Toda vez que nos reencontramos é sempre a mesma coisa: a euforia de estarmos juntos novamente toma conta e a felicidade vem fácil, fácil.

Só que, assim como a felicidade, ligeira em se apresentar, também surgem rápido alguns atritos entre nós. Quando nos damos conta, eles já estão acontecendo e sabe-se lá por qual motivo. Então discordamos (a razão costuma ser algo banal do cotidiano) e a discussão segue até que cheguemos a uma conclusão – ou cansemos de argumentar.

A gente briga e nem dá para entender o porquê.

Às vezes, penso que algum ponto da sua personalidade é muito diferente da minha forma de ser ou, sei lá, que existe uma força entre nós tão grande quanto o nosso amor. Porque uma coisa é certa: podem continuar acontecendo as nossas brigas – elas não mudam o que sentimos um pelo outro.

O mais louco é que o sentimento parece ficar sempre mais forte, como se nossos conflitos fossem a corrente elétrica que passa pela bateria na nossa vida mostrando que, sim, continuamos vivos, ligados e atentos, com toda a energia do mundo e, bem… dando pequenos choques aqui e ali.

A conclusão que eu chego é que não tem muito jeito, sabe? Podemos nos acertar, mas nunca mudaremos quem somos. E, juntos, ainda teremos muitos pontos a divergir ali na frente, disso eu não tenho dúvidas.

Mas se esta peculiaridade faz parte de nós, o que podemos fazer? O importante é que, de uma forma ou de outra, continuemos com nosso respeito mútuo. Porque só assim poderemos sempre enxergar a graça que há entre nossas contradições de casal que briga, mas continua se amando totalmente.”

Um coração que quebrou e voltou. – Bruna Vieira.

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Um crime horrível: às dezessete horas daquele dia de calor intenso, ele se despedaçou e se fez em pedaços. Caiu na sarjeta, dividido em oitenta mil caquinhos, e não tive nem como abaixar pra pegá-lo, porque tudo o que eu queria era deixá-lo ali mesmo. Eu não iria carregar comigo algo que já estava quebrado e só me traria sofrimento:

O meu coração.

Por isso, segui em frente, sem a companhia do coração e de quem morava nele antes disso tudo acontecer. Fui deixando a rotina tomar conta e percebi que não haveria espaço para mais nada parecido na minha vida: me dei a liberdade de me esquecer do que fosse relacionado ao amor.

Dessa forma, consegui viver bem melhor, acredito eu. Porque deixando ele lá, sem tentar reconstituir o que houve ou consertar o que há muito não teria mais conserto, minimizei as marcas dentro de mim. Apaguei as lembranças. Só ficou o vazio.

A parte ruim é que esqueci como era amar. Não queria mais saber destas coisas e não procurei ter isso de volta. É sério, até evitei! Até que, em algum momento, percebi que ele estava vindo atrás de mim. Uma nova pessoa, um outro alguém e uma história fresquinha, querendo começar. Eu estaria pronta para ser protagonista disso tudo?

Tive que tomar uma decisão: eu sabia que, se me abrisse, ele me arrebataria por inteira e tomaria, novamente, cada pedacinho de mim. E não é fácil, sabe? Eu não queria sentir desamor e desilusão de novo e não podia correr este risco mais uma vez. Só que, então, aconteceu algo que mudou tudo.

Me dei conta de que não dá para deixar o conveniente se apossar da gente. Ser precavida demais, no final das contas, é se trancar numa gaiolinha que não te deixa viver.

E, no fundo, bem lá no fundo, este tipo de vida não estava mais cabendo dentro de mim: me sentia um pouco enclausurada nas paredes que eu mesma ergui. Saí da minha antiga situação como quem se acostuma a um novo ambiente. Não tinha como deixar passar o frio na barriga que isso trazia, mas a sensação era boa – e, de certa forma, diferente daquela última vez. Tá aí, começara de outro jeito – haveria de ser diferente.

Me apaixonei.